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  • Luis Namura

Tópico 25 - Decolagem - Inteligência ou perseverança

Atualizado: há 5 dias

O que vale mais, inteligência ou perseverança? Para mim, a melhor resposta a essa pergunta é: ambas!


Vamos então decifrar essa assertiva para que fique claro para você qual é o lugar que cada um desses conceitos deve ocupar na sua estratégia empresarial.

Tópico 25 - Decolagem - Inteligência ou perseverança

Inteligência ou Perseverança


Com certeza você já deve ter ouvido alguém dizer: fulano é muito inteligente, como se isso fosse um diferencial que garantisse o sucesso da pessoa na vida. Porém, você deveria perguntar: Inteligente para quê?


Pois é, hoje em dia, o conceito de inteligência está muito mais bem esclarecido do que há 100 anos.


Antigamente, era comum distinguir alguém com o termo “inteligente” quando um aluno se destacava nos bancos acadêmicos.


Inteligências Múltiplas


Desde que o psicólogo cognitivo e educacional Howard Gardner nos presenteou com a teoria das Inteligências Múltiplas (Harvard - 1983), nossa visão acerca da inteligência se modificou completamente, deixando para trás os testes de sucesso escolar que o também psicólogo Alfred Binet elaborou em 1900.


Em seu livro mais famoso, Gardner descreve as 7 dimensões da inteligência:


· Visual/espacial;

· Musical;

· Verbal;

· Lógico/matemática;

· Interpessoal;

· Intrapessoal;

· Corporal/cinestésica.


Posteriormente, Gardner propôs mais duas dimensões: naturalista e existencialista. Entretanto, o próprio Gardner se refere a essas dimensões com cautela, visto elas não poderem ser enquadradas nos mesmos critérios de pesquisa científica empírica que ele propôs para estabelecer as demais dimensões.


Inteligência Emocional


A partir de então, outros estudiosos propuseram novas abordagens, dentre as quais, talvez a mais conhecida e difundida, a teoria da Inteligência Emocional, apresentada em 1995 por Daniel Goleman. Em psicologia, ela descreve a capacidade de reconhecer e avaliar os próprios sentimentos e dos outros, assemelhando-se àquilo que Gardner enquadrou nas dimensões intrapessoal e interpessoal.


Inteligência


Como, então, definir o conceito de inteligência de forma simples, porém abrangente?


Inteligência é a capacidade de resolver problemas.


Essa simples, porém, poderosa definição, encerra uma verdade inequívoca sobre a manifestação da inteligência. Quando alguém resolve problemas, seja de que ordem for, não raro nossa exclamação é: “Puxa, como você é inteligente”, ou “Gênio, que sacada inteligente”. Portanto, em qualquer ramo ou atividade que alguém execute, quando a faz com elevada desenvoltura, resolvendo problemas que outros não o fazem com a mesma celeridade, habilidade ou inventividade, manifesta-se aquilo que normalmente denominamos inteligência.


Perseverança


Parece, pois, por todo o exposto, que inteligência é determinante para o sucesso na vida, correto? Sim e não.


Sim, pois sua ausência dificulta a resolução de problemas que nos afligem continuamente.


Não, porque sua presença não é suficiente para determinar a atitude de uma pessoa frente a uma situação desafiadora.


Cabe aqui enfatizar que, sem ação, de nada vale a inteligência, pois, se as ações que ela aponta não forem postas em prática, jamais iremos gerar os efeitos positivos que dela esperamos.


Portanto, um segundo “ingrediente” se torna imprescindível para alcançar nossos intuitos: ação continuada! Ou, em uma única palavra: perseverança.


Portanto, se inteligência é condição sine qua non para agirmos com razoabilidade, ou mesmo, sabedoria, perseverança é o combustível que nos conduz ao resultado que desejamos alcançar.


Inteligência sem perseverança é alegoria; perseverança sem inteligência é teimosia.


Conclusão


Portanto, podemos afirmar: inteligência é a luz que ilumina o caminho, porém, perseverança é o que faz você chegar ao destino.


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